Calendário
janeiro 2026 S T Q Q S S D 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 26 27 28 29 30 31 -
Junte-se a 24 outros assinantes
Busca Remissiva por Nome/Assunto:
#Elenão Alessandra Orofino Alfredo Bosi Allan Lichtman Almoço Nu Amyr Klink Ana Carolina Landi Ana Cristina César Ana Frango Elétrico Ana Maria Pedrosa André Trigueiro Arnaldo Nudelman Arthur Dapieve Asdrúbal Trouxe o Trombone Banda Bicho Basquiat Bebelu (Isabela Sá Freire) Beck Hansen Benjamin Moser Bernie Sanders Bertha Teixeira de Freitas Bhagwan Shree Rajneesh (Osho) Bibliotecas Bienal de Veneza Billy Bragg Blog Blur Bob Dylan Botika Bowie Brix Smith-Start Bruno Torturra Buzzcocks Caetano Veloso calí boreaz Camille Paglia Cannes Chacal Charles Darwin Charlotte Kemp Muhl Chico Buarque China Ciclovia Cidade Cid Sá Freire Ciro Gomes Clarice Lispector Claudio Lobato Cloud Tag CNN Colégio Brasileiro de Almeida Conflito Israel - Palestinos - Hamas Contos Copa do Mundo Coronavírus Courtney Barnett Crica Rodrigues Damon Albarn David Byrne Deb and the Mentals Deborah Babilônia Deonísio da Silva Detonator -- Bruno Sutter Dina Belenkaya Dôdo Ferreira Edgar Allan Poe Eduardo Bueno Edward Wadie Said Eleições 2022 Elias Jabbour Elizabeth Wester Elvis Costello Fall Fausto Fawcett Felinos Filipe Toledo Flip Flora Süssekind Foo Fighters Frederico Morais futebol Gabriel Medina Garbage Gatunos Gaz Coombes Geraldo Carneiro Glenn Greenwald Glintshake Gregório Duvivier Guga Guilherme Boulos Gustavo Machado Hamlet Herman Melville Hermano Vianna Hugo Waldemar Hélio de La Peña Ian Sá Freire Birkeland Ibsen Impeachment Invasão Russa da Ucrânia Jack Black Jam James Joyce Jean-Luc Godard John Green John Lennon Joni Mitchell Jorge de Lima Joseph Campbell Josh Turner José Carlos AVellar José Roberto de Toledo (Toledão) João Uchôa Júnior Bass Groovador Kamala Harris Karl Marx Kelly Slater Kinks Kleber Mendonça Filho Lava-Jato Leandro Branco Leela Leo Almeida Leonard Cohen Leonardo Padura Leonardo Pimentel Librivox Liga Mundial de Surfe (WSL) Lilia Moritz Schwarcz Lima Barreto Lindbergh Farias Literatura Falada Lizzie Bravo Louisa Paterson Luiz Melodia Lula Lô Borges Machado de Assis Magnus Carlsen Manuela D´Ávila Manuel Bandeira Maratona Olímpica Marc Bolan Marcel Duchamp Marcelo Adnet Marcelo Freixo Marcelo Rubens Paiva Marcio França Maria Cau Levy Maria da Conceição Tavares Marielle Franco Marilena Chaui Marina Silva Mario Filho Mark E. Smith Maya Gabeira Mengão Michael Stipe Miguel Pereira Miley Cyrus Millôr Monica de Bolle Moraes Moreira Morrissey Mu Chebabi Museu da Língua Portuguesa Mário de Andrade Natação Nelson Rodrigues Nick Cave Nirvana Noam Chomsky Nora Rónai Nuvem Cigana O Lacan da Lapa Olimpíadas Overmundo Paralamas do Sucesso Patrick Modiano Patrícya Travassos Paulinho Guimarães Paulo Henriques Britto Paul Weller Pedro Cardoso Pedro Cavalcanti Pedro Doria Pedro Pinto Pelé Perry Farrell Pete Shelley Petrópolis Picasso Picassos Falsos Política Prince QuatroCincoUm Raffael Chess (Rafael Souza dos Santos) Regina Casé Reinaldo Pimenta Renan Pitanguy (Crab Man) Renato Cordeiro Gomes Ricardo Araújo Pereira Ricardo Boechat Rico de Souza Rio Grande do Sul (Enchentes) Rock in Rio Rodrigo Lacerda Roger Machado Roger Waters Rogério Durst Roland Barthes Ronca-Ronca Ruy Castro Sabrina Fernandes Sean Godley Sean Lennon Shakespeare Sheila Kaplan Silvio Almeida Specials Strokes Surfe Susan Sontag Sérgio Augusto Sérgio Paulo Rouanet Sérgio Rodrigues Terry Hall Tese Onze Thais Bilenky The Fall The Intercept Brasil The New Yorker The Smiths The Who Thomas Piketty Tom Leão Tutuca Tábata Amaral Umberto Eco Universidade Estácio de Sá Univesp/Yale Viagem Vladimir Safatle Wikipédia William Finnegan William Menq Woody Allen xadrez Ítalo FerreiraArquivo das Postagens
- janeiro 2026 (1)
- dezembro 2025 (4)
- novembro 2025 (5)
- outubro 2025 (6)
- setembro 2025 (6)
- agosto 2025 (2)
- julho 2025 (5)
- junho 2025 (4)
- maio 2025 (1)
- abril 2025 (2)
- março 2025 (6)
- fevereiro 2025 (2)
- janeiro 2025 (2)
- dezembro 2024 (4)
- novembro 2024 (1)
- outubro 2024 (6)
- setembro 2024 (4)
- agosto 2024 (6)
- julho 2024 (4)
- junho 2024 (2)
- maio 2024 (2)
- abril 2024 (3)
- março 2024 (3)
- fevereiro 2024 (4)
- dezembro 2023 (3)
- novembro 2023 (4)
- outubro 2023 (4)
- setembro 2023 (5)
- agosto 2023 (2)
- julho 2023 (2)
- junho 2023 (1)
- maio 2023 (3)
- março 2023 (1)
- fevereiro 2023 (7)
- janeiro 2023 (2)
- dezembro 2022 (6)
- novembro 2022 (3)
- outubro 2022 (8)
- setembro 2022 (2)
- agosto 2022 (4)
- julho 2022 (3)
- junho 2022 (1)
- maio 2022 (4)
- março 2022 (3)
- fevereiro 2022 (2)
- janeiro 2022 (5)
- dezembro 2021 (5)
- novembro 2021 (3)
- outubro 2021 (7)
- setembro 2021 (2)
- agosto 2021 (1)
- julho 2021 (3)
- junho 2021 (6)
- maio 2021 (4)
- abril 2021 (4)
- fevereiro 2021 (4)
- janeiro 2021 (2)
- dezembro 2020 (4)
- novembro 2020 (2)
- outubro 2020 (8)
- setembro 2020 (5)
- agosto 2020 (4)
- julho 2020 (3)
- junho 2020 (2)
- maio 2020 (2)
- abril 2020 (5)
- março 2020 (10)
- fevereiro 2020 (2)
- janeiro 2020 (1)
- dezembro 2019 (5)
- novembro 2019 (4)
- outubro 2019 (9)
- setembro 2019 (5)
- julho 2019 (6)
- junho 2019 (2)
- maio 2019 (3)
- abril 2019 (5)
- março 2019 (4)
- fevereiro 2019 (9)
- janeiro 2019 (3)
- dezembro 2018 (9)
- novembro 2018 (2)
- outubro 2018 (5)
- setembro 2018 (3)
- agosto 2018 (7)
- julho 2018 (7)
- junho 2018 (4)
- maio 2018 (4)
- abril 2018 (3)
- março 2018 (8)
- fevereiro 2018 (5)
- janeiro 2018 (3)
- dezembro 2017 (5)
- novembro 2017 (3)
- outubro 2017 (3)
- setembro 2017 (3)
- agosto 2017 (5)
- julho 2017 (5)
- junho 2017 (2)
- maio 2017 (6)
- abril 2017 (1)
- março 2017 (4)
- fevereiro 2017 (8)
- janeiro 2017 (1)
- dezembro 2016 (3)
- novembro 2016 (5)
- outubro 2016 (3)
- setembro 2016 (3)
- agosto 2016 (5)
- julho 2016 (1)
- junho 2016 (4)
- maio 2016 (5)
- abril 2016 (4)
- março 2016 (8)
- fevereiro 2016 (2)
- janeiro 2016 (3)
- dezembro 2015 (2)
- novembro 2015 (4)
- outubro 2015 (3)
- setembro 2015 (1)
- agosto 2015 (4)
- julho 2015 (1)
- junho 2015 (3)
- maio 2015 (11)
- abril 2015 (3)
- março 2015 (2)
- fevereiro 2015 (2)
- janeiro 2015 (6)
- dezembro 2014 (8)
- novembro 2014 (4)

E deu Brasil na Festa do Oscar
Grande momento para o cinema brasileiro, para nossa literatura autobiográfica e uma oportunidade rara para o Brasil olhar para si mesmo, passar a limpo sua história e dizer que não vai ter volta.
O diretor Walter Salles Jr. na cerimônia em Los Angeles recebendo o prêmio de melhor filme estrangeiro para “Ainda Estou Aqui”
A comemoração pelo Brasil
Publicado em Fernanda Torres, Marcelo Rubens Paiva, Walter Salles Jr.
Deixe um comentário
Lembrando Rubens Beyrodt Paiva
Semana de manifestações para lembrar e cobrar responsabilidades de militares pelo desaparecimento, assassinato e ocultamento do corpo de Rubens Beyrodt Paiva. Dois dos militares acusados de ligação direta com o caso seguem vivos: José Antônio Nogueira Belham e Jacy Ochsendorf e Souza. Outros, como Rubens Paim Sampaio, Raymundo Ronaldo Campos e Jurandyr Ochsendorf e Souza, têm familiares beneficiados por pensões pagas pela União, ainda que os militares sejam acusados de possível envolvimento em crimes de lesa-humanidade. O julgamento, não custa voltar a mencionar, aguarda decisão do Supremo Tribunal Federal para sua conclusão, mas o Supremo já formou maioria para que o processo vá adiante.
Em frente à casa de José Antônio Nogueira Belham, manifestantes se reuniram para pedir justiça
A jornalista Juliana Dal Piva entrevistou os irmãos Marcelo e Vera Paiva para o Instituto Conhecimento Liberta, esmiuçando o caso
Reportagem da CNN Brasil dá detalhes sobre os militares acusados que gozam de pensões e daqueles que, mortos, têm familiares gozando de beneficios, ainda que pesem sobre eles acusações
Publicado em CNN, Juliana Dal Piva, Marcelo Rubens Paiva, Vera Paiva
Deixe um comentário
A Necessária Volta aos Anos de Chumbo

Grande dormida pessoal ter de aguardar todo o hype sobre o filme “Ainda Estou Aqui”, para comprar o livro de Marcelo Rubens Paiva de 2014 e ficar maravilhado com o rebuscamento, desprovido de pose, de sua narrativa. Sem querer colocar de lado as qualidades do filme que está fazendo com que Fernanda Torres, Walter Salles e toda sua equipe cinematográfica ganhem corações e mentes de plateias e de jurados de premiações mundo afora, é importante dizer que o livro tem qualidades muito particulares que acabaram não migrando para a tela.
Vale salientar, para os que já viram o filme, mas desconhecem o livro, que os dois apesar de terem como ponto de partida o foco na trajetória da mãe de Marcelo, Eunice Facciolla Paiva, e no incidente do sequestro e desaparecimento por militares brasileiros de seu pai, Rubens Paiva, têm abordagens bem distintas, especialmente pelo tratamento dado pelo autor de romances como “Blecaute” e “Malu de Bicicleta” à sua obra – um selo em sua capa adverte pertinentemente tratar-se apenas do “livro que deu origem ao filme”, estabelecendo certa distância entre os dois.
Ainda que seja uma narrativa autobiográfica, em que o interesse pelo assunto costuma se sobrepor às preocupações com o estilo, Marcelo Rubens Paiva capricha em sua escrita e entrega um texto apurado e primoroso. Para os que leram “Feliz Ano Velho”, outro relato autobiográfico, escrito por Marcelo quando o escritor e jornalista somava seus vinte anos, em 1980, a diferença em relação à elaboração de seu novo mergulho em seu passado é significativa. Imagino que muitos busquem diante de uma obra que consideram elaborada, tentar entender a partir do prazer que nos traz sua leitura como se deu a tal da arte da escrita. Para estes, deve-se destacar que estamos diante de um fino exemplar prático desta façanha, daqueles que nos arrebatam por completo.

Marcelo Rubens Paiva dá um show variado de descrições refinadas, criando até uma dicção própria como os grandes autores costumam fazer. Não há como não deixar de citar várias passagens. Muitas tratam sobre como trabalhamos com nossa memória, essa nossa companheira, que está aí a nos esclarecer sobre nossas existências e sobre como e por que vivemos. O processo é exemplificado por Marcelo tanto através da convivência com seus filhos, durante o período de crescimento e formação deles, como na maneira como o autor vê a luta de sua mãe com sua condição de paciente do mal de Alzheimer.
Há uma analogia particularmente interessante que vai e volta em seu texto surpreendendo o leitor. Ela tem sua origem em um incidente casual ocorrido com o autor. Marcelo bateu de carro próximo da rua Turiaçu. Em tupi-guarani essa palavra quer dizer “facho grande”. Esse “facho de luz” funcionava para alguns como uma fogueira que ajudava aos pescadores em seu trabalho noturno para coneguirem retornar à terra firme. Mas, segundo Marcelo, para alguém com Alzheimer, essa fogueira orientadora para os que estão no mar como que “se apaga com o tempo” não permitindo que eles voltem pra casa.
Vejamos mais um trecho descritivo sobre o papel de nossa memória exemplificado com o caso de sua mãe: “Foi advogada de ilustres e desconhecidos, foi consultora do governo federal, do Banco Mundial, da ONU. Para onde foi todo esse conhecimento?”. Marcelo faz um paralelo com o Major Tom, o personagem estelar de David Bowie, “num voo às cegas, na porta de sua nave, que parece uma lata fina. E que só pode concluir: “Planet Earth is blue, and there´s nothing I can do””. Pesquemos outra passagem que me impressionou especialmente e que vai na íntegra: “A memória não é apenas uma pedra com hieróglifos entalhados, uma história contada. Memória lembra dunas de areia, grãos que se movem, transferem-se de uma parte a outra, ganham formas diferentes, levados pelo vento. Um fato hoje pode ser relido de outra forma amanhã. Memória é viva”. Os spoilers ficam por aqui.
Pra além dos aspectos de virtuosismo narrativo e estético, temos a importância, que o livro compartilha com o filme, de ter reavivado, os tenebrosos anos de chumbo da ditadura militar brasileira alertando a todos para o perigo de um retorno de governos de inclinações ditatoriais. Depois de ter feito um mestrado, no início dos anos 1990, em que entrevistou pessoas que viveram os dois lados daquele momento, Marcelo esteve próximo e participou ativamente com sua mãe das muitas iniciativas que buscavam o esclarecimento e a reparação de crimes cometidos durante o período ditatorial iniciado em1964 e até mesmo antes dele.
De início acompanhando o desenrolar da Comissão de Mortos e Desaparecidos, criada por um admirador de seu pai, o presidente Fernando Henrique Cardoso, em 1996. FHC teve, no entanto, que receber um empurrão de Eunice Paiva, para seguir adiante e criar a comissão. Depois Marcelo viu o surgimento da imprescindível Comissão da Verdade, no começo do govermo de Dilma Roussef, que investigou mais a fundo a bandalheira militar engendrada pelos governos militares de 64. É educativo, neste sentido, repassar todo o trabalho da Comissão da Verdade que se encontra disponível em site da Comissão e em seu canal de divulgação no YouTube.

O livro e o filme tiveram o papel de, ao que parece, também movimentar no STF o processo para condenação dos militares vivos (e dos herdeiros descendentes dos militares já falecidos que seguem recebendo pensões do governo brasileiro). Entre eles, estão os militares que tiveram participação na morte de Rubens Paiva. Processo que desde 2014, por uma suspensão determinada pelo ministro Teori Zavascki, não anda. Ao lado disso, O busto de Rubens Paiva, em frente ao espaço aonde funcionaram as instalações do DOI-Codi, no Rio de Janeiro, lugar em que o político e engenheiro foi torturado e morto, viraram ponto de visitação. O mesmo aconteceu com a estação de metrô Rubens Paiva, em que há outro busco do pai de Marcelo. Ela fica na Pavuna, nas vizinhanças de onde Rubens Paiva passava fins de semana ajudando com seus conhecimentos de engenharia os moradoradores de baixa renda a construirem suas casas. O próprio Marcelo, quando bem garoto, chegou a trabalhar nos mutirões qua aconteciam por lá.
Publicado em Marcelo Rubens Paiva, Rubens Paiva
Com a tag brasil, cultura, economia, literatura, Política
Deixe um comentário
A Grande Família Vai ao Teatro
Lineu, quer dizer, Marco Nanini, em “O Traidor”, com texto e direção de Gerald Thomas
Agostinho, quer dizer, Pedro Cardoso, em “O Autofalante”, texto do autor com cenografia de Gringo Cardia e fotos de Marcelo Tas
Fim da Carnificina em Gaza
Inacreditável ter que aguardar a posse do representante do Partido Republicano nos Estados Unidos para ver o fim da matança na Faixa de Gaza. Já é a uma grande e promissora notícia pra 2025, mas vejamos se ela será temporária ou permanente e quais as surpresas que o fanfarrão guarda na manga.
The Electronic Intifada explica o cenário por trás do anúncio
O historiador Mouin Rabbani, em depoimento ao jornalista inglês Owen Jones (The Independent, The Guardian), pondera o que podemos ter à frente
Publicado em Conflito Israel - Palestinos - Hamas
Deixe um comentário
Celebrando o Nascimento do Filhinho do Deus Metal
Publicado em Detonator -- Bruno Sutter
Deixe um comentário
Estreia da Banda Bicho
Ele já foi tema de várias postagens por aqui como se pode comprovar recorrendo ao nosso índice onomástico ao lado. Desta vez o assunto é a nova guinada em sua trajetória pessoal. Desde o início do ano, Ian Sá Freire Birkeland está fazendo licenciatura em música na Uni-Rio, ali na Urca. Vem também ensaiando um repertório de composições autorais e uma seleção de canções favoritas com seus companheiros da Banda Bicho. Estão com ele no grupo os amigos Tomás Werneck Viana (bateria), João Pedro Mafra (baixo e voz) e Ricardo Kaplan (guitarra). Eles fizeram recentemente um pocket show num bar bem legalzinho, o TLT (Times Like These), em Botafogo, na Visconde Silva, 14, quase esquina com Real Grandeza. Como não poderia deixar de ser, estivemos por lá, registramos tudo e não resistimos a criar, ainda que antecedendo qualquer movimento do grupo, um espaço de e para fãs no YouTube. Atende pelo nome de Banda Bicho F.C.. Bom divertimento.
“O Dano”, uma das músicas do disco que chega ano que vem
Uma versão de canção do Tremendão, que está trilha do filme “Ainda Estou Aqui”, escolhida para o repertório do grupo
“Não Vai Voltar”, composição do EP solo do guitarrista Ricardo Kaplan
“Maré”, mais uma música autoral do grupo
Publicado em Banda Bicho, Ian Sá Freire Birkeland, João Pedro Mafra, Ricardo Kaplan, Tomás Werneck Vianna
Com a tag cultura, destaque, musica, noticias, sem-categoria
Deixe um comentário
Futebol e Clubismo Carioca em Quatro Relatos Afetivos
Achei que foi pequeno e muito restrito o ciclo da Academia Brasileira de Letras dedicado a uns poucos clubes do Rio de Janeiro. Ficou faltando, por exemplo, a fundamental história do Bangu, a origem de tudo e que poderia contar com o relato precioso de Carlos Molinari autor do livro “Nós é que Somos Bangueneses” (obra esgotada e que só pode ser encontrada em centros de referência como a biblioteca do Museu do Futebol em São Paulo).
Ruy Castro e o Mengão
Hélio de la Peña e o Time da Estrela Solitária
Pedro Bial e o Tricolor das Laranjeiras
João Carlos Eboli e Fernanda Abreu e o Gigante da Colina
O livro “Nós é que Somos Banguenses”, de Carlos Molinari, pode ser encontrado na biblioteca do Museu do Futebol em São Paulo (aqui)

A Festa do Glorioso
Contra todos os secadores, o Fogão foi pra cima (sempre com algum sofrimento, pois isso não pode faltar) e, registrando um acachapante 3X1 sobre o Atlético Mineiro (com um jogador a menos desde os instantes iniciais de jogo e gol decisivo apenas no finalzinho), levou a Taça Libertadores da América de 2024. Uma grande e inédita conquista para o Time da Estrela Solitária, de Nilton Santos, de Garrincha, de Jairzinho, de Gérson e de João Saldanha. Para completar, o nosso Mengão acabou com as chances de o Internacional conquistar o Brasileirão. Agora, restão apenas dois jogos, ou seis pontos, e o Botafogo lidera com três de vantagem o campeonato. Basta mais uma vitória e derrota do Palmeiras para colecionar mais um título brasileiro. Desde 1995 com o craque Túlio, o Botafogo não ganha um Brasileirão e a torcida está seca pelo título. Junto com ela, está a banda os Helenos, que homenageia o craque irreverente Heleno de Freitas, e mantém viva a paixão pelo alvinegro carioca frente a todas as adversidades. A escalação dos músicos reúne uma legião de ilustres botafoguenses: Marcos Muller, André Paixão (Nervoso), Pedro Serra, Gabriel Thomaz, Nelson Milesi, Robson Riva, Marcelo Callado, Arnaldo Brandão, Henrique Badke, Nilton Cerqueira, Demétrius, Maurício Barros, Mauro Berman e Renato Massa. Hora de celebrar com eles.
Publicado em futebol
Deixe um comentário




















