Aula com o Professor Alfredo Bosi

Sei que muitos duvidam de milagres, mas tenho a convicção que o tal do curso de escrita criativa de fato dá resultado. Com tradição extensa nas universidades americanas, e agora começando a aparecer nas brasileiras, ele tem ajudado muitos candidatos a escritor, até mesmo limitadamente talentosos, a se tornarem autores premiados. É o que eu digo para a garotada e por experiência própria: tem gente que com pouco faz alguma coisa, enquanto outros, com muito, não fazem quase nada. Não acredito em receita pra escrever e julgo mesmo que alguns conselhos talvez só mostrem sua utilidade para quem se candidata a provas como o Enem. Isso, no entanto, não quer dizer que o trabalho miudinho e constante não se traduza em acertos concretos.

O mesmo se aplica à escola. Assim como o curso de escrita criativa é dispensável para os escritores por vocação, uma instrução tradicional pode ser deixada de lado pelo aluno brilhante, tenha ele tendência para a dispersão ou seja o aprendiz pertinaz. Para o estudante viajandão, uma instituição de ensino estruturada ajuda muito. Talvez por essa percepção, solicitei à minha mãe que me tirasse de uma “escola experimental”, o colégio Brasileiro de Almeida, e me colocasse em uma instituição mais certinha: o Colégio Andrews. Hoje essa convicção está clara pra mim. Entendo assim a razão pela qual o Hermano Vianna tivesse predileção por matricular seu sobrinho no Colégio de São Bento, também uma das mais antigas instituições de ensino do Rio de Janeiro, onde os professores ganham salário de docente de universidade.

No Colégio Andrews, as aulas eram ministradas das 7h às 13h (no São Bento, elas se estendiam até às 16h), de segunda a sábado. Aquela ideia do Darcy Ribeiro, que ele tentou implantar nos CIEPs, de que aluno deve passar o dia na escola, tem aplicação universal e funciona. Ajuda aos pais que precisam trabalhar e é a forma de instrução ideal. Quanto mais tempo na escola, melhor o aproveitamento. É verdade que havia algumas idiossincrasias, mas que eram coisas daquele tempo. No Colégio Andrews da década de 1970 (entrei para cursar o Ensino Médio desta escola em 1976), por exemplo, tínhamos como parte de nossa rotina algo impensável nos dias de hoje. O professor precisava colocar no quadro negro toda a matéria de aula para que os alunos copiassem. Tirando o exercício de caligrafia, não vejo nenhuma vantagem nesta prática que sumiu com a chegada das apostilas com o conteúdo de cada disciplina.

O problema é que a presença das apostilas fez com que esse item fundamental em toda aprendizagem que são os livros sumisse das salas de aula. Para as turmas do primeiro ano de 1976, o professor Ivan, de português e literatura, solicitou que fossem comprados apenas dois livros didáticos: “História Concisa da Literatura Brasileira”, de Alfredo Bosi, e “Literatura Brasileira em Curso”, antologia de textos organizada por Dirce Riedel, Carlos Lemos, Ivo Barbeiri e Therezinha Castro. O “História Concisa” me acompanharia até o doutorado e segue sendo muito útil. Apresenta um resumo da história de nossa literatura, toda ela redigida em uma prosa fluente e estilisticamente primorosa. Traz uma pequena biografia em notas de pé de página para cada autor comentado e não deixa de alçar voo para, na tradição do melhor ensaísmo, marcar, sem maiores alardes, a posição do autor no que toca à criação literária em uma nação que deixou há pouco de viver uma das mais cruéis experiências colonialistas amparada numa não meus cruel cultura escravocrata.

Palestra de Bosi na USP

Mas, o importante de se salientar em Alfredo Bosi é a classe de sua escrita. Assim como apreciamos o talento do escritor ficcionista, temos que aplaudir as virtudes do autor que deve exercer sua criação em um terreno mais árido como o da escrita acadêmica. Se existe os meneios tediantes de alguns textos escolásticos, tem-se de festejar a proeza da redação elegante, classuda, que recorre a vocábulos, entre o ousado e o arcaico, só correntes para aqueles que têm uma sólida cultura livresca. Palavras como “simpleza”, “pinturesca”, “vária”. Outro dia um leitor reclamou com o Sérgio Rodrigues a ausência do ponto e vírgula em suas colunas, o que rendeu uma crônica divertida. Pois a verdade é que certamente há uma questão geracional neste comentário. Vale a pena prestar atenção a como é usada com destreza essa pontuação nos textos de Alfredo Bosi. Voltando a lê-lo por conta de sua morte como mais uma das vítimas de um governo criminoso, fiquei maravilhado com sua prosa requintada. Só equiparável a de um José Paulo Paes, aquele que até traduzindo nos ensina muito sobre como redigir de forma polida e esmerada (pensem na tradução dele para o “Nostromo”, de Conrad, que vem acompanhada de um posfácio belíssimo).

Fui rever também uma palestra de Bosi que havia postado por aqui bem no começo deste blogue e fiquei contente em saber, ao ouvir sobre sua trajetória de vida na parte final de sua exposição sobre o conto “O Espelho”, de Machado de Assis, como a pessoa do poeta José Paulo Paes foi importante no começo de seu percurso acadêmico. Deve ao poeta paulista a convocação para preparar o “História Concisa” na segunda metade dos anos 1960, alguns anos depois de Bosi começar a dar aulas de italiano na USP. Lendo um historiador-jornalista pop como Eduardo Bueno (fui descobrir indicações de Bosi em sua bibliografia para a coleção sobre o Brasil) ou uma historiadora-antropóloga acadêmica como Lilia Moritz, percebe-se o alcance e lastro do que foi deixado pelo autor de “Dialética da Colonização”.

Em sua palestra de volta à USP, identificamos o cuidado em situar e traduzir para os presentes os traços instigantes da escrita machadiana em um conto extraordinário como “O Espelho”. Em um livro anterior sobre Machado, ele já havia situado e resumido as leituras pelas quais os escritos do Bruxo do Cosme Velho vêm sendo submetidos a escrutínio de diferentes perspectivas por aqueles que se dedicaram à análise de sua obra com grande empenho (Astrojildo Pereira, Raymundo Faoro, Roberto Schwarz). Quanto conhecimento, quanto saber, quanta erudição desaparece quando nos deixa um intelectual como Alfredo Bosi. Alguns comparam a morte de um estudioso com as qualidades de Bosi ao sumiço de uma biblioteca. Não há como se discordar.

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Serviço de Utilidade Pública

Fiquem atentos, só os postos de vacinação do Município funcionam aos sábados, pois os pontos alternativos não abrem neste dia. Viva os profissionais da Fiocruz, do Butantan, do SUS e dos postos de saúde.

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Isso é que é Vida

Ah, o paraíso. Herman Melville bem sabia que ele estava nos Mares do Sul. Especialmente para alguém cuja primeira viagem, aos 19 anos, teve como destino a gelada Liverpool (experiência que rendeu lembranças entre o entusiasmo e a decepção para o livro “Redburn”). O jovem Herman, viajou em meio à tripulação do pequeno navio Saint Lawrence, que levava algodão colhido no sul dos Estados Unidos para servir de matéria prima para a indústria manufatureira inglesa (em Manchester, Birmingham e Leeds) e um reduzido número de passageiros, aos quais o aprendiz Melville serviu como criado de camarote. Além de “Redburn”, essa viagem ajudaria como motivo para um escrito ficcional inacabado e editado postumamente, o livro “Billy Budd, marinheiro”, famoso por sua carga homoafetiva (maior talvez do que a de “Moby Dick”; inspirou o “Querelle”, de Jean Genet), razão pela qual acabou se transformando em assunto predileto a ser tratado pelos adeptos de estudos literários pós-coloniais e de gênero.

O primeiro contato com o Pacífico veio, porém, na segunda experiência marítima do escritor, aos 21 anos, agora a bordo do baleeiro Acushnet, no qual embarcou não como oficial de marinha como era esperado por sua posição social, mas, em consequência da falência dos negócios de sua família logo em seguida a morte de seu pai (Melville perdeu o pai aos 12 anos), como um reles marinheiro. Foi nesta condição que ele saiu do porto de partida dos baleeiros americanos do século XIX, em Nantucket, New Bedford, cruzou o Cabo Horn e chegou ao arquipélago de Galápagos, alguns anos depois de Charles Darwin.

Quase nada desta viagem, antes da chegada às Encantadas, apareceria nos textos do futuro escritor, à exceção da menção a uma parada no Rio de Janeiro como comentário aleatório em um trecho de um de seus primeiros livros, cidade em que o Acushnet lançou âncora para despachar pelo brigue Tweet, com destino a Baltimore, a carga de óleo das cachalotes pescadas até chegar ao Rio. A estada nas Encantadas, no entanto, surgiriam bem ficcionalizadas em escrito que leva o segundo nome com que os espanhóis se referem ao conhecido conjunto de ilhas celebrizado por Darwin. Galápagos não o surpreendeu tanto por sua beleza, mas pela natureza vulcânica e inóspita de um lugar em que só sobrevivem tartarugas gigantes, pássaros, pinguins e lagartos.

A partir dali, no entanto, viriam as maravilhas que nos aguardam nas ilhas do Pacífico Sul. E Melville conheceu muitas delas. Esteve, por exemplo, em Nukuhiva, no arquipélago das Ilhas Marquesas, onde se refugiou depois de desertar o Acushnet por desentendimentos com o capitão do navio baleeiro, Valentine Pease. Combinou a fuga com o companheiro Richard Tobias Greene (Toby) e partiram em aventura pelas matas tropicais em direção ao vale onde viviam os temidos typees. Capturados pelos nativos, os marinheiros Melville e Toby conviveram com aborígenes de corpos tatuados e participaram dos rituais desta tribo selvagem com sua fama de antropófagos (Melville, com a perna ferida, mais do que Toby que logo partiu em fuga). Essa convivência com os aborígenes locais foi vivida com muito medo, ainda que com extrema admiração e fascínio por Melville.

Apesar dos apertos por que passou para conseguir escapar de uma tribo que cultivava com requintes semelhantes ao dos tupinambás a deglutição de humanos, não carregou nenhum trauma desta experiência. Se colocarmos lado a lado os relatos do que Melville viveu com os de outro escritor que também navegou o pacífico e que teve contato com grupos selvagens como Joseph Conrad, perceberemos bem a distância entre o horror e o trauma que marcaram o autor de “Coração das Trevas” e de “Lord Jim” e como eles contrastam com o deslumbramento com os nativos e sua cultura que transparece nas obras do escritor de “Moby Dick”.

Das Ilhas Marquesas, Melville conseguiu seguir para o Taiti no barco australiano Lucy Ann, tripulado por um comandante doente que tinha como subordinado direto um auxiliar que vivia bêbado. Tomou parte em um motim a bordo do Julia (ou Little Jule, os nomes falsos como se refere ao barco) e por isso ficou preso no Taiti, talvez a mais bela e maior ilha da Polinésia Francesa. As passagens pelas Ilhas Marquesas e pelo Taiti apareceriam registrados em dois de seus escritos autobiográficos que foram seus únicos livros de sucesso enquanto esteve vivo, “Typee – um olhar sobre a vida na Polinésia” e “Omoo – uma narrativa de aventura nos mares do sul”.

Passou pouco tempo na “prisão” a céu aberto em que ficou cuidando de plantações no Taiti e saiu de lá caminhando para ingressar no navio baleeiro Charles & Henry que o levaria ao Havaí (onde esteve em Maui e Honolulu). A volta pra casa aconteceu com a fragata de guerra Estados Unidos, similar ao USS Constitution que ainda flutua no mar, mas que já não mais existe. Foi nele que Melville passou pela segunda vez pelo Rio de Janeiro. Aqui comemorou seu aniversário de 25 anos no dia 1 de agosto de 1844 ancorado próximo ao Pão de Açúcar e sentindo a brisa e a natureza “com todos os sabores do Trópico de Capricórnio”. No Rio, participou com a tripulação da recepção cheia de pompa a bordo do navio de guerra a dois convidados ilustres, o imperador Dom Pedro II e seu cunhando, o Conde d´Eu.

Fizemos essa volta toda para falar de Melville, mas também para lembrar que o paraíso navegado por James Cook, Charles Darwin e pelo autor de “Benito Cereno” ainda está lá mais paradisíaco do que nunca. A Austrália, por exemplo, fez o lockdown direitinho (e continua a repeti-lo quando é necessário) e é um dos poucos lugares no planeta em que se pode andar sem máscara. Isso, obviamente, depois de passar pela rigorosa quarentena de 14 dias enfurnado em um quarto de hotel. Difícil acreditar que este lugar exista, mas, quem faz o trabalho de casa direitinho, tem suas regalias. Em suas praias e nas piscinas naturais de sua costa, alimentadas pelas águas do mar, é possível aproveitar aqueles mergulhos e liberdade de que todos sentimos tanta falta. Por isso, foi gratificante assistir a volta do circuito internacional de surfe na praia de Merewether, em Newcastle, que se encerrou sábado passado. Não por acaso, outras três pernas do circuito mundial serão disputadas em território australiano. Nesta quinta-feira, mais uma competição tem início. Desta vez em Narrabeen, no norte de Sydney. Por lá, Corona é apenas o nome da cerveja que patrocina o torneio e cujo slogan é: “Corona: isso é que é vida”.

Merewether e seu “ocean bath” com a praia ao fundo

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Momento de Catarse na Volta do Garbage e do GregNews

“The Men Who Rule The World”, faixa do novo álbum do Garbage, “No Gods, no Masters”, com lançamento em 11 de junho e início de excursão em julho no Canadá

Começa a “Depressão com Lastro” da 5a. Temporada do Macambúzio Programa de Greg Duvivier

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O Abril Negro do Capetão

Foto de Marcio França (trainee na escola de Lucas Landau)

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Parceiros da Fauna e da Flora

William Menq, ornitólogo, mestre em Zoologia pela Universidade Estadual de Londrina

Deve haver uma teoria e certamente nós simplesmente ainda não nos demos conta dela de tão evidente, manifesta e incontestável que deva ser. Devemos estar aguardando apenas que surja um naturalista para dizer que a explicação está diante de nossos olhos, nós é que não a vemos pois nos falta desprendimento para constatar o que é por demais óbvio (óbvio ululante, diria o outro). Tão palpável e perceptível quanto a teoria da origem das espécies por meio da seleção natural. Refiro-me a uma teoria que explique a razão pela qual todo biólogo é gente boa. Durante a pandemia, por exemplo, surgiu do nada a pessoa do Atila Iamarino, um completo desconhecido, um ilustre anônimo. E em dois minutos, ele se tornou o queridinho de todos. No YouTube, na TV convencional, nos canais pagos, nos jornais, nos podcasts do Xadrez Verbal. Aonde quer que ele fosse, virou a voz da razão, informada, tranquila, despojada, que todos queriam ouvir.

O primeiro biólogo que conheci atendia pelo nome de Paulinho McCartney. Era assim tratado, imagino, única e exclusivamente por causa da coincidência do nome já que, ainda que também se interessasse por besouros, não se tratava particularmente de nenhum fã dos Beatles. O encontrava todo dia às 6h50 da manhã na Leopoldo Miguez em Copacabana a caminho do cursinho pré-vestibular. O encontro acontecia cedo, porque o Paulinho precisava fumar o seu baseado antes do começo de cada turno de aula. Era um adepto das drogas alucinógenas, assim como o Bruno Torturra. Mas sem pose, sem maiores explicações. Era assim, porque era assim e ponto final. Eu não compartilhava o interesse pelas drogas que ele consumia, mas a companhia do Paulinho era inspiradora. Gostava de poesia e tinha Fernando Pessoa e Pablo Neruda como seus autores favoritos.

Nas areias do posto cinco, durante as peladas de sábado à tarde, seu passe vivia sendo disputado pelos donos dos times, pois era um craque do futebol sem chuteiras. Discreto e reservado, nas férias gostava de ir pra Saquarema colher papoulas, cogumelos e preparar seus chás que consumia ao som de Jimmy Hendrix, Allman Brothers e que tais. Foi pai muito jovem, aos 17 anos. Aos 35, já tinha partido. Sofria como sua mãe, com quem morava na rua Souza Lima, de uma doença degenerativa que a levou cedo e depois se manifestaria e consumiria seu único filho.

Depois do Paulinho, vim a conhecer alguns outros exemplares típicos dessa classe nobilíssima dos entendidos em assuntos da natureza. Um deles era o Fred, professor de um cursinho onde trabalhei. Dedicadíssimo, visitou o Museu de História Natural em Nova York e voltou com um álbum de fotografias em que documentava tudo o que viu, literalmente, da entrada até a saída. Além de seu campo de estudo, prestava reverência a uma outra paixão: o rock regressivo paleontológico dos primitivos e descabelados homens das bandas de heavy metal. Era receber o salário e correr para a Headbanger, a Subsom, a Darklands, na Praça Saez-Peña, e voltar com uma pilha de cds barulhentos que levavam todo o seu vencimento. Quando visitou a Tower Records em Nova York, confessou que, ao passar ao fim de suas compras o cartão de crédito, chegou a sair fumaça da maquininha.

Também companheiro de lida diária como professor de um período mais recente, cito a pessoa do Edson Vollotão. Morador de Botafogo, fez amizade e conviveu com os artistas do Cinema Novo. Foi morador do prédio em que vivia a irmã de Glauber Rocha, a atriz Anecy Rocha, do antológico “Lira do Delírio”. Conheceu também artistas plásticos que frequentavam seu bairro como Iberê Camargo, cujo estúdio bagunçado chegou a visitar algumas vezes.

Finalizo a minha lista com mais dois exemplares da espécie com os quais travei conhecimento. Um deles é o Arapinga, que retratei em um conto que escrevi há alguns anos. Vivia nas pistas da Doutor Smith, na rua da passagem, e na Basement, na Galeria Alaska, antes de se mandar para o interior do país para pesquisar uma espécie rara de morcego. De lá seguiu para a Amazônia, onde veio a falecer repentinamente. Parte de sua história registrei ficcionalmente em um escrito publicado no site Overmundo e já republicado por aqui.

O último exemplar a cruzar o meu caminho foi um tipo raro de biólogo, pois se consagrou como dublê de jornalista e DJ. Carlos Albuquerque, ou Calbuque, como é chamado pelos amigos, sempre deixou, pela desenvoltura com que exerce a ocupação de crítico musical, estupefatos àqueles aos quais confessou a primeira e talvez maior de suas inclinações na vida. Seu falar baixo, tranquilo, sussurrado, é, no entanto, um sinal a nos revelar o seu pertencimento à classe dos biólogos-gente-boa.

William Menq esclarece tudo sobre os Tucanos

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As Teorias de Dom Carlos

“A Origem das Espécies” em audiolivroParte I

“A Origem das Espécies” em audiolivroParte II

“A Origem das Espécies” em audiolivroParte III

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Bon Voyage

A Viagem do Beagle — Parte I

A Viagem do Beagle — Parte II

A Viagem do Beagle — Parte III

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Chuck e seus Besouros e Pombos

O irmão de John Green explica tudo sobre o mais importante naturalista que o planeta conheceu

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Tá Difícil Acreditar nas Teorias de Charles Darwin

O “Segunda Chamada” e a luta contra a burrice e a desinformação

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