Algumas acham que é um autor misógino, outros que sua obra não tem densidade para rivalizar com a de um Bandeira, um Drummond, um Quintana, um Cabral de Mello Neto. Vou deixar essa e outras discussões, no entanto, para os entendidos na obra do autor de “A Invenção de Orfeu”. Fiquemos apenas com aquele poeminha assinado pelo companheiro de incursões literárias de Murilo Mendes que todo nadador, que se dedica a dar suas braçadas com gosto, não deixará de entender e apreciar plenamente. Especialmente aqueles que estão há quase 3 meses sem ver a cor de uma piscina.


