Literatura Falada #5

Tenho cantado tanto em prosa e verso a leitura de Stewart Wills para o “Moby Dick”, de Herman Melville, que não resisti a fazer uma apresentação ilustrada de um trecho pequeno do começo do livro.  Tratei ainda de realizar a tradução da passagem para que a tivéssemos acompanhada por legendas. É bom termos Melville nesta postagem que antecede a que virá com outro hermano por quem também guardo extrema afeição, Herman Vianna. Aguardem.

5 – Moby Dick – em leitura de Sterart Wills.

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Literatura Falada #4

Com “Finnegans wake”, James Joyce criou uma narrativa farta em neologismos de uma criatividade a toda prova. Se alguns acham um desafio atravessar o romance até o final, que na verdade em lugar de se encerrar acaba propondo ao leitor que volte ao seu começo e reinicie sua leitura, imagine lê-lo em voz alta sem passar vergonha? Jim Norton faz isso como um virtuose. Um dos muitos desafios são as thunder-words, neologismos que unem o mesmo vocábulo em vários idiomas e que surgem ao longo de todo o texto. Existe até mesmo pessoas como Adam Harvey (ou JoyceGeek) que criou um canal no youtube com um tutorial sobre como se pronunciar corretamente esses vocábulos provocadores.

4 – “Don´t panic, it´s only Finnegans wake” – tutorial de Adam Harvey para as thunder-words de Joyce.

“Finnegans Wake” pode ser ouvido na leitura inigualável de Jim Norton. Um ótima companhia para que leitores se familiarizem e se aproximem de um dos livros mais inovadores do século XX. Marcella Riordan interpreta as vozes femininas. O audiolivro em versão condensada pode ser adquirido no site da Audible.

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Literatura Falada #3

Crítico permanente de tudo e de todos, Lima Barreto, que sofreu na pele o peso da discriminação racial, não poderia deixar de fazer a sua profissão de fé relembrando o momento que marca o fim da escravidão no Brasil. É o assunto desta crônica memorialista publicada no jornal A Gazeta da Tarde.  O escritor  recorda como transcorreu para ele o dia em que foi sancionada a Lei Áurea, que, curiosamente, coincidiu com a data de seu aniversário: 13 de maio. Segui o exemplo da turma da Librivox e fiz a minha gravação para a crônica.

3 – Maio – Crônica publicada em 4 de maio de 1911 em A Gazeta da Tarde.

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Literatura Falada #2

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“As vaporosas” é uma crônica curta e com mais uma observação relevante do sempre inquieto filho do tipógrafo português João Henriques e da descendente de escravos e agregada da família Pereira Carvalho Amália Augusta, morto muito novo aos 41 anos. Infelizmente, a hemeroteca digital da Biblioteca Nacional não possui o exemplar da revista Careta do dia 4 de outubro de 1919, quando o texto foi publicado. O comentário social sobre as sucessoras das elegantes melindrosas da rua do Ouvidor pode, no entanto, ser lido no belíssimo “Lima Barreto – Toda Crônica”, publicação que reúne os escritos jornalísticos do autor em trabalho realizado pela querida professora de pós da UFRJ Beatriz Resende e por Rachel Valença da Fundação Casa Rui Barbosa. Foi lançado em 2004  pela Agir em dois volumes (a crônica aparece no começo do segundo volume)

2 – As Vaporosas – Mais um arquivo do site Librivox, em leitura de Vicente Costa Filho.

  Toda crônica

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Literatura Falada #1

Se fosse iniciar este blogue do zero, certamente o designaria com o título de uma crônica- conto deliciosa de Lima Barreto. Iria se chamar muito adequadamente “Coisas de Mafuá”, título que traduziria bem o espírito do que aqui é publicado. Já estou, assim como outros tantos, imagino, na maior expectativa pela próxima edição da FLIP que se dedicará ao escritor e que chegará antecedida pela biografia que Lilia Moritz Schwarcz prepara sobre o autor (como tem sido bom acompanhá-la com Dan Stulbach toda semana na Rede Bandeirantes em “Era uma vez uma história“). Como continuação à última postagem, vamos a algumas indicações pontuais com respectivos links para as sugestões das gravações que foram comentadas. E damos início pelo conto do enfezado mulato carioca nascido em uma localidade que é pura poesia: a rua Ipiranga, nas Laranjeiras. A leitura é de Vicente Costa Filho, que na gravação opta por se identificar apenas por Vicente.

1- Coisas de Mafuá – Crônica-conto de Lima Barreto, publicada na revista Careta (edição de 22 de janeiro de 1921), em leitura de Vicente Costa Filho.

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Literatura Falada

Captura de tela inteira 04052017 105311Se tenho certa resistência ao livro eletrônico armazenado nos assim chamados dispositivos móveis (computador, celular, tablet), por preferir infinitamente a leitura em papel (em razão do maior conforto para os olhos), consumo vorazmente os tais dos livros falados. Recorro a dois sites para isso: a Audible e a Librivox. Os livros da Audible, braço da gigante Amazon, são pagos e apresentam as novidades com os lançamentos do mercado editorial. Os da Librivox não custam nada ao bolso de ninguém, mas reúnem estritamente livros em domínio público.

Além do atrativo de serem gratuitos, os registros da Librivox apresentam a mais interessante das duas fontes por sua novidade. Trata-se da contrapartida em áudio do Projeto Gutenberg (não sem razão, o Projeto Gutenberg é usado com frequência como guia orientador para a realização das gravações ali disponibilizadas). Criada como espaço colaborativo na Internet, a Librivox guarda atualmente em seus arquivos uma variedade de mais de 11 mil títulos. Por princípio, essas obras devem ser gravadas amadoristicamente por voluntários movidos pelo desejo de divulgá-las e, em seguida ao processo de revisão (revisão também feita por voluntários), entregues ao público. A dedicação e o profissionalismo de alguns dos colaboradores, no entanto, supera em muito as expectativas dos fruidores mais exigentes e o resultado final impressiona por sua qualidade.

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Cito uma das mais primorosas leituras entre aquelas que são oferecidas. Não à toa, é considerada a melhor leitura do site. Refiro-me ao registro de Stewart Wills para a longa narrativa sobre a caçada de Ahab (Acab) à baleia albina de Herman Melville. Wills, um dos colaboradores assíduos do Librivox, é aquele leitor que torna a audição de um livro uma experiência das mais prazerosas. Tem impostação de voz, modulação comedida (e sem afetação na troca de personagens durante os diálogos) e constância de ritmo na realização de uma tarefa difícil como percorrer livros extensos sem perder a fluência (o que um romance como “Moby-Dick” exige). Não é a única contribuição desse extraordinário leitor, há ainda o “Lord Jim”, de Joseph Conrad, em outra certeira interpretação com o crivo interpretativo de Wills.

Diferentemente da grande maioria dos projetos da Librivox, essas são duas iniciativas de um leitor só. A maior parte das leituras, entretanto, é realizada por um grupo numeroso de colaboradores-voluntários que dividem os vários capítulos de cada obra.  O “Dom Quixote, de Cervantes (em tradução para o inglês), e “As viagens de Gulliver”, de Swift (no original), são dois exemplos de projetos de resultados mais modestos e à audição dos quais o ouvinte só se submete pelo prazer de voltar a essas narrativas.

Para quem é adepto de leituras acadêmicas ou precisa com freqüência se servir de obras científicas, a Librivox também guarda arquivos fundamentais. Se você quer vislumbrar as antinomias da razão pura kantiana, saber se Kant, por uma percepção ingênua, caiu mesmo em contradição apresentando tese e antítese como uma única e mesma coisa em suas considerações sobre o começo do mundo, como nos fez crer Stephen Hawking, há disponível para download uma leitura da “Crítica da razão pura”. É a oportunidade de se familiarizar com o texto e escapar às muitas horas de dedicação à uma poltrona que sua obra nos força. Tem-se também a “Crítica da razão prática”, ambas em tradução para o inglês feita por John Miller (tradução igualmente em domínio público). A Librivox disponibiliza ainda textos de Karl Marx (“O Capital”), Sigmund Freud (“A interpretação dos sonhos”), Nietszche (“O antiCristo”, “Além do bem e do mal” e “Assim falou Zaratustra”, entre 15 títulos em alemão e inglês) e mais Voltaire, Rousseau, Diderot, Hobbes, Hume, numa lista grande.

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Há até o momento uma predominância de gravações em língua inglesa (de textos escritos nesse idioma originalmente ou traduzidos), seguidos por registros em língua alemã e em francês, o que se justifica por um lado por ser o Librivox um site criado nos Estados Unidos, mas certamente por ter havido até o momento por parte dos norte-americanos uma maior boa vontade para esse tipo de iniciativa.

Já temos participação brasileira em livros gravados por dois colaboradores empenhados que merecem crédito: Vicente (o leitor se identifica apenas pelo seu primeiro nome), que lê com classe Lima Barreto, e Leni Ribeiro, que se dedica a uma variedade de autores de língua portuguesa. Leni fez também as leituras das traduções de três obras de Machado para o inglês: O enfermeiro (“The attendant´s confession”), “Viver” (“Life”) e “The fortune Teller” (“A cartomante”).

A presença de autores brasileiros, porém, ainda é extremamente acanhada. Os nossos doutos em todas as latitudes escrevem, palestram e comentam com o maior entusiasmo a obra de Euclides da Cunha, por exemplo. Mas faltava alguém, interessado na divulgação de seus escritos, que fizesse por ele o que muitos leitores-voluntários têm feito por autores estrangeiros: proceder a leitura e gravação de um de seus livros em áudio. Leni Ribeiro fez isso para “Os Sertões”. Na íntegra. Foi a única pessoa a se interessar. Intelectual ao que tudo indica não perde seu precioso tempo com essas coisas menores. Nem mesmo aqueles que devem muitas das regalias de que gozam à projeção que a obra de Euclides da Cunha ajudou a dar ao nome do lugar em que batem ponto.

Marcel Proust aparece em francês em “À l’ombre des jeunes filles en fleurs” e com o primeiro tomo da “Rechercheem tradução para o inglês. Pode-se acompanhar os projetos de leitura em andamento e o livro de Proust demorou para ser finalizado, mas já está lá em duas versões. Ninguém teve a boa vontade ainda de ler “Une saison en enfer”, de Rimbaud, ainda que “Illuminations” e alguns de seus poemas apareçam junto com os versos de outros autores nas “Multilingual poetry collections”.

1024px-Hugh_McGuireHospedado como organização não-governamental (www.librivox.org), o site foi inaugurado em agosto de 2005 e estará completando em breve seu 12o aniversário. Enquanto Mark Zuckerberg fez fama criando uma besteira como o Facebook, o pouco falado Hugh McGuire lançou um espaço de troca intelectual infinitamente mais interessante e de importância incontestável. Hoje em lugar de faturar com sua cria e ocupar o posto de mais novo bilionário no clube dos super-ricos, deixa que sua iniciativa ande com as próprias pernas. O entusiasmo foi tanto com a proposta de McGuire que comecei a empregá-la com alunos como técnica instrucional, o que resultou em alguns projetos que podem ser conferidos na aba “Literatura Falada” deste blogue.

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A Arte de Compor

Captura de tela inteira 30012017 201241Nada como ter um artista em casa. Não sei se o leitor também está entre os felizardos que gozam deste privilégio. Pedro Pinto (Pedro Sá Freire de Almeida Pinto) é quem responde pela trilha sonora doméstica que consumo desde que ele tinha seus 15, 16 anos e começou a compor uma música atrás da outra. Criar se utilizando da mais abstratas das artes é algo da ordem do imponderável para mim. Como Manuel Bandeira “nunca a melodia mais precária ou mofina me passou pela cabeça”. Bandeira escrevia versos para compensar a falta de ideias musicais. Eu, nem isso.

O meu compositor caseiro já tem longa estrada. Iniciou-se no palco da Fundição Progresso na época da campanha contra a fome do Betinho (1997, pra ser preciso). Depois veio o Mistura Fina, uma casa de shows na Lagoa, queridinha das gerações que se criaram ouvindo Bossa Nova, e que abria espaço para os grupos da fornada pós-BRock-80 nas suas matinês das tardes de domingo. Seus parceiros eram Vitor Paiva, filho do cartunista Miguel Paiva, Bernardo Botkay, ou Botika, filho do maestro e compositor Caique Botkay, e Bruno Foca Grohl, que lembrava em jeito e estilo o batera do Nirvana. Se apresentaram em casas noturnas variadas (Bunker, Lugar Comum, Sesc-Copacabana) e fizeram o révellion do ano de 2001, abrindo a noite do palco que teve Arnaldo Brandão e Lulu Santos nos shows da virada.

Música do repertório do Aneura, banda da adolescência

Chegaram a gravar um disco na Rádio MEC que nunca foi comercializado. Onze músicas que permanecem na gaveta, uma delas (“Politicamente Correto”) migrou para o repertório da banda Os Outros, que incorporou uma outra composição inédita assinada pelo Pedro em parceria com o Botika (“O Trem”). O meu compositor-pra-consumo-caseiro fez também um duo muito bacana de violão e clarinete com a namorada, Clara, trabalhando um extenso repertório de clássicos da MPB (Chico Buarque, Tom Jobim, Baden Powell). O gosto pela levada bossanovística faria com que fosse se internar para uma temporada em Boston, estudando na Berklee College of Music, escola por onde passaram da indie Annie Clark (Saint Vincent) aos consagrados Diana Krall, Brandford Marsalis e Quincy Jones.

Se formou “cum laude”, depois de ter de convencer os professores a trabalharem com alguém que usa a guitarra de forma pouco convencional, alterando a afinação tradicional para que tenhamos um acorde maior ao atacarmos com cordas soltas o instrumento.  Foi em Berklee que se avizinhou, por força do processo de estudos no qual esteve envolvido, do campo da música clássica. É o que se pode conferir em seu site nas composições “Tuning Up – Prelude for Strings” e “Obstinate Fanfare”.

http://www.pedropintomusic.com/

Há também composições de levada pop. Trabalhou com a argentina Onna Lou (nome artístico de Lou Moreno), com a inglesa Chloe Pandora (ou Chloe Tingey), com o americano Treymale Thurmon entre muitos músicos-colegas que conheceu em Boston. Foi de inspiradas composições pop originais (“I See You”, “So, So”) a uma versão “rearrenged” de conhecido hit de Miles Kane. Segue dando sequência a sua carreira, agora se especializando em produção na UCLA e trampando na City of Angels.

Gravações com Onna Lou e Chloe Pandora no soundcloud, sob o nome artístico de PuzzleAnime

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A Difícil Vida Fácil do Belo Antônio

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Belo Antônio em um de seus recantos de paz

Uns acharam de início que, “loirinho/ruivinho daquele jeito”, ele só poderia ser chamado de Ziggy, o que sugeriria que possivelmente estivéssemos assistindo a uma atualização da crença dos gregos na transmigração das almas. O felino acabou, no entanto, identificado com o personagem do filme de Mauro Bolognini. Isto porque para alguns outros, e apesar de sua pose, de seu ar de conquistador, ele na hora H não trepava na lambreta.

Talvez seja uma percepção errônea, um excesso, um exagero, uma blague inconsequente. Afinal de contas, da primeira ninhada de 5 pimpolhos da PeriCat, 4 pelo menos saíram iguaizinhos ao mineirinho come quieto. O seu acanhamento pode entretanto ter outra origem. É que desde sempre, o Maré Mansa, o Zé Moleza, o Macunaíma sofreu a rivalidade desagradável e insistente do Manda-Chuva da redondeza, do Dono do Pedaço, do temido, do temerário Temer. Com aquela sua pinta de Conde Drácula de filme B em busca de encrenca e de sangue, o gatuno além de fazer e acontecer pela vizinhança, vem a toda hora perturbar a santa preguicite do felino descansado. Quando ele aparece, é aquela gritaria em coro por parte de adultos e crianças: “Fora, Temer”, “Fora, Temer”.

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O temido Temer a espreitar do telhado

Diante de uma pobre alma atemerizada, todos ficam de prontidão como o Guarda-Belo do desenho, de quepe e cassetete. Especialmente agora que a PeriCat está indo para o seu segundo cio. Como consequência, Belo Antônio tem se visto em alguns enfrentamentos sérios com o seu rival. Vira e mexe, é forçado a escapar aos ataques traiçoeiros do Temerildo. Quando isso começou, a solução foi sair pra balada todas as noites e só voltar na manhã seguinte. Uma outra opção mais recente é a de escalar janelas e grades e se aninhar no basculante do banheiro.

Nas noites em que a casa está cheia, passou também a usufruir do luxo de poder sub-repticiamente entrar sala adentro e fingir que foi sempre uma figura corriqueira naquele ambiente. Conta com a conivência de seus cultuadores para que o truque funcione. O senão é que ele também se defronta ali com os ataques da queridinha-mor da casa, a cadela Filó, que não gosta de concorrência. Mas curiosamente, e ainda que a Filomena seja bem mais fornida que o Manda-Chuva da vizinhança, o Maré-Mansa não fica tão amedrontado diante dos latidos e das investidas da cadelinha.

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Lady Stardust, a PeriCat, e parte de sua prole

Durante o dia, entre um cochilo e outro, se comporta como um verdadeiro pai. Divide com Lady Stardust a tarefa de ensinar aos filhotes (Baby Blue, Serelepe, Pijaminha, Raposinha e Nameless Forever (o primeiro a ser adotado)) algo em que ele não se sai muito bem: se preparar com unhas e dentes para encarar um adversário. Em meio a tanta confusão, a ninhada vai se dispersando e os filhotes começam a ganhar o mundo. Uns, adotados por moradores do Rio, terão de abdicar das corridas ao ar livre em meio aos canteiros que se bifurcam por uma vida restrita, ainda que mais tranquila e protegida no universo de apartamentos fechados. Outros, talvez tenham o privilégio de viver em algum jardim petropolitano. Enquanto isso, ficamos em dúvida se teremos pela frente uma nova ninhada de Michelzinhos ou de Belo-Antônios, ou uma mistura de prole dos dois.

Mandachuva

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Da Serra para o Mar

Ano passado a pousada Le Relais La Borie impressinou com sua piscina maravilhosa, mas em termos de custo/benefício a Maravista não deixa nada a desejar e os serviços de restaurante são mais variados. A praga deste ano em Geribá foram as águas-vivas que apareceram para perturbar a tranquilidade do banho de mar desde o sul do país até o  litoral de Búzios

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De cara pro mar em uma praia ainda vazia nos dias de semana

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Aquele treininho que não pode faltar

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Livro pra lá de interessante de Moacir Werneck de Castro sobre a temporada carioca do poeta da Paulicéia Desvairada16593641_1425938750770973_1692111754_o 16735396_1431463233551858_1279610541_o

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Cena Petropolitana no. 10

Parada obrigatória para todo cervejólogo.   

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