Ensaios

Mario Filho, Jaguaré e Fausto

Scanner_20141109-001Mario Filho foi um de nossos maiores cronista. Conseguiu ainda a proeza de realizar uma análise crítica da sociedade brasileira sem recorrer explicitamente a qualquer teoria e lançando mão apenas de seu inacreditável dom para contar histórias. Fui atrás de seus primeiros escritos na hemeroteca digital da Biblioteca Nacional e nos arquivos digitais de O Globo. Em seguida contrastei suas reportagens e textos iniciais com sua prática como jornalista consagrado e autor de livros como O Negro no Futebol Brasileiro, que desenharam tão claramente traços importantes da cultura brasileira do século XX. O resultado é esse ensaio, apresentado durante o II Congresso de Comunicação Ibero-Americana que teve lugar entre os dias 13 e 16 de abril de 2014 na Universidade do Minho, em Braga, Portugal.

A Visibilidade do Tradutor (clique aqui para ler)

022Anos depois de ter preparado uma dissertação de mestrado sobre a tradução em meios audiovisuais, voltei-me para o exame da tradução literária. Especialmente discorrendo acerca de trabalhos de pesquisa sobre a tradução de romances e contos brasileiros para a língua inglesa. Esse ensaio marca a retomada das discussões que havia iniciado com minha orientadora de mestrado, Heloisa Gonçalves Barbosa, que tem uma tese longa sobre o tema, defendida na Universidade de Warwick na Inglaterra. O ensaio foi apresentado durante o XI Congresso Internacional da Associação Brasileira de Literatura Comparada (Abralic), ocorrido entre os dia 13 e 17 de julho de 2008 na Universidade de São Paulo.

O Berro Impresso das Manchetes (Posfácio – clique aqui para ler)

O  Berro Impresso das ManchetesQuando da conclusão de minha tese de doutorado, fui convidado pelo selo Agir da editora Ediouro para organizar uma edição com todas as crônicas que Nelson Rodrigues escreveu para a revista Manchete Esportiva. O levantamento e o escrutínio dessas colaborações do escritor para uma das mais inovadoras revistas esportivas brasileira era parte de meu trabalho de doutoramento. Preparei esse posfácio para acompanhar o lançamento do livro que aconteceu durante a Festa Literária Internacional de Parati de 2007. A Flip homenageava em sua edição daquele ano o Anjo Pornográfico.

O Artista enquanto Crítico (clique aqui para ler)

006Silviano Santiago é o refinado autor de textos acadêmicos que tanto conhecemos e que lemos com gosto. Foi um prazer o convite feito por uma de minhas professoras da graduação na PUC-RJ, Flora Süssekind, para participar desse seminário em homenagem ao teórico e autor de obras ficcionais. Usei da inversão de um chiste wildiano para mostrar como um escritor pode influir na recepção crítica de seus textos. Foi apresentado durante o seminário Crítica e Valor (Homenagem a Silviano Santiago), que aconteceu entre os dias 2 e 6 de outubro de 2006 na Fundação Casa de Rui Barbosa, no Rio de Janeiro.

Metáforas, Oxímoros e as Estratégias Discursivas de um Polemista (clique aqui para ler)

024Não tinha idéia de que o tropo aristotélico fosse capaz de sustentar um congresso inteiro. Mas foi o que aconteceu nesse encontro na Universidade Federal Fluminense durante o II Congresso sobre a Metáfora na Linguagem e no Pensamento, que teve lugar entre os dias 17 e 20 de agosto de 2005. Tinha mergulhado nas considerações teóricas de Ricoeur e de Umberto Eco sobre o assunto e adorei ter participado das discussões falando sobre metáforas e oxímoros presentes nos escritos de Nelson Rodrigues, o polemista do título.

 Os Limites entre o Discurso Factual e Ficcional

012Ensaio apresentado durante o 2o. Simpósio de Pós-Graduação em Ciência da Literatura, que aconteceu nos dias 27 e 28 de junho de 2005 na Universidade Federal do Rio de Janeiro

Nelson Rodrigues: os Escritos do Cronista e seu Diálogo com os Grandes Nomes da Literatura

015Ensaio apresentado durante o 1o. Simpósio de Pós-Graduação em Ciência da Literatura, que aconteceu nos dias 29 e 30 de novembro de 2004 na Universidade Federal do Rio de Janeiro

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