Quatro meses para finalmente voltarmos à piscina. Acho que virei um dependente químico da serotonina e da endorfina estimulados por cada treino, além do odor do cloro, do qual as pessoas em geral não gostam, mas que me agrada. Amanhã tem mais, o guarda-vidas Fagner informa que, nesta semana de retorno, as raias têm ficado esquecidas. Quando aumentar o movimento, e caso sigamos sem a queda no número de casos de covid-19 que vem acontecendo no Rio de Janeiro, talvez se torne impossível treinar. Ainda que a piscina da filial da BT localizada no local em que ficava a plateia do antigo Cine Copacabana seja bem arejada.


