Não dá para fechar esse apanhado sem fazer menção à programação educativa da Festa que tem papel muito importante em todo o evento, deixando com a população local e frequentadores um estímulo ao cultivo da leitura e do seu crescimento intelectual. Como exemplos, deve-se citar a Central da Flipinha, na Praça da Matriz, tenda circense com oficinas, contadores/mediadores de leitura, rodas de conversa e apresentações artísticas. Fundamental neste aspecto o papel da Biblioteca Comunitária Casa Azul que realiza atividades artísticas, literárias, educativas durante todo o ano. Há ainda a partir dela, a troca com a rede de bibliotecas comunitárias por todo o município. Antes do começo da Festa, a Casa de Cultura de Paraty realiza também encontros para aproximar estudantes e moradores da obra do autor homenageado. Um belo trabalho que mostra que não apenas da badalação dos intelectuais e artista que marcam presença no evento, como foi o caso esse ano de Zélia Duncan, Zeca Camargo, Edney Silvestre, Renata Sorah, João Moreira Salles, Luiz Schwarcz, Ney Matogrosso, Ruy Castro, Heloisa Seixas, Marcelo Barreto, vive a Festa Literária Internacional de Paraty.



A Flipinha já me emocionou muitas vezes!
Vi produções de professores do fundamental que lá estavam com suas turmas de chegar à alma da gente!
A melhor foi no ano que Bandeira foi o homenageado.
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