Como todos aqueles que tem gosto por ouvir e participar de palestras e debates, sempre tive receio de ir à Flip, porque julgava que seria uma correria de uma mesa para outra com horário apertado para as refeições. O que de fato aconteceu. Acompanhando tudo de casa é possível escolher pelo menos a programação principal on-line de maneira mais organizada. A multiplicação de debates com as opções das casas parceiras como a da Folha, a do IMS, da Globo, do Sesc e dos barcos Holandês e da Flipei, tornaram a maratona ainda maior e mais fragmentária para quem esteve lá. Felizmente, algumas das que perdi, como as da Casa Folha, estão disponíveis no portal UOL onde podem ser vistas. A Flip costumava deixar todas as palestras da mesa oficial na íntegra em seu canal no youtube, mas este ano optou por disponibilizar apenas uns poucos encontros na íntegra e trechos curtos dos demais.

Duas ativistas que fizeram sucesso durante a Festa Literária foram Marilene Felinto e Djamila Ribeiro. Marilene falou no sábado pela manhã na tenda oficial e Djamila Ribeiro teve uma mesa concorridíssima na Casa Folha ao lado do cronista Antônio Prata na quinta-feira. A discussão era a mesma, a importância da luta por políticas afirmativas em relação às mulheres negras. As palestras da tenda dos autores são pagas, mas saem por 60 reais (com meia-entrada para clientes Itaú, banco parceiro do evento).
Trecho da Palestra de Marilene Felinto
Para as mesas da Casa Folha são distribuídas senhas gratuitas com 140 lugares sentados. Caixas de som ficam viradas para o lado de fora e é possível acompanhar da parte externa da casa. Aos que forem, recomenda-se que levem cadeira de praia ou banquinho desmontável, muito úteis em todos os eventos.
Conversa entre Djamila Ribeiro e Antônio Prata na Casa Folha (clique aqui)




