A Semana marcou o encerramento em Londres do Campeonato Mundial de Xadrez em que o ítalo-americano Fabiano Caruana (que tem dupla nacionalidade, mas passou recentemente a participar de torneios com sua cidadania estadunidense) empatou como desafiante sua série de 12 partidas de xadrez convecional (pelo menos 100 minutos de jogo para 40 jogadas) contra o atual campeão do mundo Magnus Carlsen. Depois disso, perdeu feio no xadrez rápido de 25 minutos. Três vitórias de Magnus em uma melhor de 4 partidas. Carlsen segue portanto como o melhor enxadrista vivo ainda que seu jogo não encha os olhos deste observador-palpiteiro que prefere o brilho das partidas de outros mestres (especialmente Morphy, Capablanca, Tal e Fischer). Magnus ganhou pela primeira vez em 2013, quando derrotou sem problemas o indiano Vishy Anand. Manteve o título de novo com boa vantagem ao ser desafiado pelo mesmo Vishy em 2014 e, por fim, venceu apenas na fase do xadrez rápido o russo Sergey Karjakin, em 2016. O norueguês fez seu costumeiro jogo retranqueiro contra Caruana, que só teve uma única chance de vitória no sexto jogo. Deixou escapar a oportunidade, no entanto, em um fim de jogo difícil em que mesmo GMs com auxílio de computadores não enxergaram com clareza o caminho que levaria à vitória. O resumão do evento fica por conta da uma amiguinha de Internet, Fiona Steil-Antoni, que acompanhou tudo e fez duas postagens sobre o campeonato em seu vlogue.
Carlsen-Caruana por Fionchetta Parte I
Carlsen-Caruana por Fionchetta Parte II

