Crítico permanente de tudo e de todos, Lima Barreto, que sofreu na pele o peso da discriminação racial, não poderia deixar de fazer a sua profissão de fé relembrando o momento que marca o fim da escravidão no Brasil. É o assunto desta crônica memorialista publicada no jornal A Gazeta da Tarde. O escritor recorda como transcorreu para ele o dia em que foi sancionada a Lei Áurea, que, curiosamente, coincidiu com a data de seu aniversário: 13 de maio. Segui o exemplo da turma da Librivox e fiz a minha gravação para a crônica.
3 – Maio – Crônica publicada em 4 de maio de 1911 em A Gazeta da Tarde.

