Quem passa por aqui sabe da minha luta com o seu, com o meu, com o nosso idioma. Ainda bem que tenho, como desculpa esfarrapada, a companhia de Scott-Fitzgerald, Herman Melville e Rubem Fonseca, três craques das bem-traçadas por vias tortuosas. O que há de bom no blogue é que podemos seguir atualizando, em correções diárias, as atrocidades que escaparam na véspera. Nestas horas, são fundamentais os aconselhamentos sobre o idioma pescados nos textos jornalísticos escritos com classe por Sérgio Rodrigues nos jornais (do JB, de ontem, ao Estadão, de hoje) e na blogosfera (do nominimo, do passado, ao todoprosa, de agora). Estudioso autodidata sobre o assunto, Sérgio Rodrigues é um debatedor culto que sempre levanta questões pertinentes e instrutivas sobre os usos, comportamentos e caprichos da língua. Prestes a lançar o livro “Viva a Língua Brasileira”, pela Companhia das Letras, ele segue também alimentando debates sobre nosso idioma em sua conta no Livro-de-Caras.






Kiko, devemos aceitar como certo inocenta, eleganta, superindendenta, traficanta e outros semelhantes? E algumas semelhantas?
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Claro que não. Mas a Cármen Lúcia passou recido de ignorante e arrogante. Devia deixar de ser metida e voltar pra escola pra saber que, ainda que por esnobismo não goste do termo e queira por desconhecimento fazer pouco caso dos outros com isso, ele existe e está registrado pelos dicionários. Que tal usar um pouco dos penduricalhos do salário que percebe pra pagar um pobre de um professor de português para conhecer o passado do idioma e não dizer besteira em público? Beijos
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