A Marvada, a Bendita, a Caprichosa Língua Brasileira

Quem passa por aqui sabe da minha luta com o seu, com o meu, com o nosso idioma. Ainda bem que tenho, como desculpa esfarrapada, a companhia de Scott-Fitzgerald, Herman Melville e Rubem Fonseca, três craques das bem-traçadas por vias tortuosas. O que há de bom no blogue é que podemos seguir atualizando, em correções diárias, as atrocidades que escaparam na véspera. Nestas horas, são fundamentais os aconselhamentos sobre o idioma pescados nos textos jornalísticos escritos com classe por Sérgio Rodrigues nos jornais (do JB, de ontem, ao Estadão, de hoje) e na blogosfera (do nominimo, do passado, ao todoprosa, de agora). Estudioso autodidata sobre o assunto, Sérgio Rodrigues é um debatedor culto que sempre levanta questões pertinentes e instrutivas sobre os usos, comportamentos e caprichos da língua. Prestes a lançar o livro “Viva a Língua Brasileira”, pela Companhia das Letras, ele segue também alimentando debates sobre nosso idioma em sua conta no Livro-de-Caras.

Captura de tela inteira 11082016 101108

Captura de tela inteira 11082016 101135

Captura de tela inteira 11082016 174259

Captura de tela inteira 11082016 173851

Avatar de Desconhecido

About Marcos Pedrosa de Souza

Marcos Pedrosa de Souza é professor da Fundação Cecierj. Tem formação em jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro e em letras pela Universidade Santa Úrsula. É mestre e doutor em letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Foi colaborador de O Globo e de outros jornais e revistas. Foi professor do IBEU, da Cultura Inglesa e da Universidade Estácio de Sá.
Esta entrada foi publicada em Arthur Dapieve, Sérgio Rodrigues. Adicione o link permanente aos seus favoritos.

2 Responses to A Marvada, a Bendita, a Caprichosa Língua Brasileira

  1. Avatar de analucia analucia disse:

    Kiko, devemos aceitar como certo inocenta, eleganta, superindendenta, traficanta e outros semelhantes? E algumas semelhantas?

    Curtir

  2. Claro que não. Mas a Cármen Lúcia passou recido de ignorante e arrogante. Devia deixar de ser metida e voltar pra escola pra saber que, ainda que por esnobismo não goste do termo e queira por desconhecimento fazer pouco caso dos outros com isso, ele existe e está registrado pelos dicionários. Que tal usar um pouco dos penduricalhos do salário que percebe pra pagar um pobre de um professor de português para conhecer o passado do idioma e não dizer besteira em público? Beijos

    Curtir

Deixe um comentário